A sexta derrota de Novak Djokovic em doze encontros disputados este ano não aquece nem arrefece o espírito do tenista sérvio de 30 anos, um dos melhores da história da modalidade.
Porquê? Porque como o próprio referiu em conferência de imprensa logo depois do duelo com Kyle Edmund, a paixão que tem pelo jogo é incomensurável e nenhuma derrota o fará desistir daquilo que mais gosta de fazer.
“Não é o fim do mundo. Ninguém me está a obrigar a jogar. Eu jogo porque gosto e porque quero continuar a fazê-lo. Enquanto amar este desporto, continuarei a jogar”, frisou o antigo número 1 mundial, que viu o jovem britânico de 23 anos garantir a sua melhor vitória da carreira e consequente apuramento para os oitavos de final do Masters de Madrid.
“Kyle está a jogar o melhor ténis da sua vida. A sua esquerda evoluiu bastante e a direita é uma grande arma. Ele foi melhor nos momentos importantes e teve a coragem necessária para ir à procura desses pontos”, elogiou Djokovic.
Recorde-se que Novak Djokovic tinha a defender os pontos alusivos à presença nas meias-finais da edição do ano passado. O Masters de Roma (13 a 20 de maio) é o seu próximo torneio.