Roger Federer: “O pior que podia fazer era perseguir o n.º1 sem olhar para o aspeto físico e psicológico”

Minutos depois de conquistar o oitavo título em Basileia já corriam os rumores da possibilidade de Roger Federer vir a falhar o torneio de Paris, uma possibilidade que acabou por se tornar uma certeza quando o tenista suíço a confirmou na conferência de imprensa.

Se para os fãs do ténis a decisão de Federer abdicar de Paris é uma desilusão, para o número dois mundial é vista como uma necessidade inconstestável.

“Não vou disputar o torneio de Paris. Joguei cinco encontros em seis dias e o meu corpo precisa de descansar. Estou triste pelos fãs que me esperavam em Paris, mas espero que percebam a minha decisão. O meu objetivo é estar preparado a 100% para o Masters de Londres e para a próxima temporada”, justificou o tenista de 36 anos.

“O pior que podia fazer era perseguir o número um sem olhar para o aspeto físico e psicológico. Tenho de respeitar a minha condição e a minha idade. Agora vou passar no mínimo três dias longe de tudo e depois começarei a fazer alguns exercícios de ginásio, pois tenho a intenção de chegar muito bem preparado a Londres”, continuou.

Fora da luta pelo número um mundial esta temporada, Federer afirma que Rafael Nadal é um justo merecedor desse posto. “O Rafa merece totalmente terminar o ano a n.º1 do mundo, ele disputou toda a temporada com um tremendo esforço”, considerou.

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