Garbiñe Muguruza: “O número 1 do ranking está sempre em jogo e vai ser assim todo o ano”

Fotografia: USTA/Mike Lawrence

Em conferência de imprensa dada em Birsbane, após o “susto” vivido na viagem de avião até à cidade australiana, Garbiñe Muguruza falou sobre esse acontecimento insólito, bem como sobre da sua pré-temporada e dos objetivos delineados para a nova época, não deixando de assumir que este será um ano muito competitivo.

Antes do início da sua participação no torneio de Birsbane, onde terá como primeira adversária a sérvia Aleksandra Krunic, a atual número 2 do ranking mundial revelou que não têm metas totalmente definidas para 2018. “Todos me perguntam qual é o meu objetivo para agora e não existe nenhum em particular. Quero ser capaz de jogar em grandes palcos, realizar bons jogos, eventualmente ganhar alguns troféus”, declarou a atleta espanhola.

Muguruza Brisbane
Em 2017, Muguruza chegou às meias-finais do torneio de Brisbane. Fotografia: Bradley Kanaris/Getty Images

Esperando que 2018 seja “um ano difícil” a nível competitivo na elite do ténis feminino, Garbiñe Muguruza afirma que alcançar novamente o primeiro posto do ranking mundial não é prioritário, visto que este “está sempre em jogo e vai ser assim todo o ano”. “Sei que vai ser um ano difícil, haverá muita competitividade entre as jogadoras e não estou a pensar no número um. Pretendo poder treinar e ter um estilo de vida para ser a melhor, mas não estou a pensar nos pontos”, garantiu.

Quanto ao “segredo” para o êxito, Murguruza garante que não o conhece. “Podes apenas trabalhar tão arduamente quanto possas, em cada detalhe. Tudo é importante e é indispensável deixar as brincadeiras de lado. Não tens tempo a perder”, referiu. Nesta pré- temporada, o foco foi especialmente ao nível do treino físico, isto porque “o físico precisa de um pouco mais de tempo de preparação, para nos tornarmos mais fortes”, o que é impossibilitado em alturas mais competitivas.

Ainda nesta conferência de imprensa, Garbiñe Muguruza fez algumas declarações relativas aos percalços vividos na sua viagem de avião até Birsbane. “Já saímos com um pouco de atraso e após duas horas de voo o capitão anunciou que tínhamos uma emergência. Tivemos que voltar a Los Angeles porque estávamos a perder combustível e o radar não funcionava, estávamos às cegas”, explicou a atleta, que apesar deste episódio se considera uma sortuda por não ter tido “muitos problemas” deste tipo após tantas viagens já realizadas ao longo da sua carreira.

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