Com Torben Beltz na liderança da sua equipa técnica, Angelique Kerber viveu os melhores momentos da carreira até à data. Foi a trabalhar com o treinador alemão que a tenista de 30 anos ganhou, em 2016, o Australian Open e o US Open, tendo ainda disputado a final de Wimbledon, dos Jogos Olímpicos e do WTA Finals, e chegado ao primeiro lugar do ranking.
Mas em meados de novembro último, Kerber decidiu que estava na altura de mudar: saiu Beltz, entrou Fissette. “Wim [Fissette] é um excelente treinador. É possível constatar que eles preparam muito bem os jogos. O serviço de Kerber está mais estável e ela está melhor na linha de fundo do campo”, disse Torben Beltz, ao diário alemão Hamburger Abendblatt.
A ligação profissional entre Kerber e Beltz chegou ao fim porque ambos entenderam que era necessário dar um novo impulso à carreira da antiga número 1 mundial. Beltz mostra-se “feliz” pelas coisas estarem a correr bem.
“Ele encontrou-se novamente em court. Nós queríamos criar um novo impulso e isso é algo que tem sido bem feito”, observou o treinador alemão de 41 anos, que mantém intacta a confiança nas capacidades da sua antiga pupila: “Angie está mais madura. Se ela conseguir continuar a jogar ao nível que se exibiu nas primeiras semanas da época, então poderá vencer qualquer torneio”.