Roger Federer selou, na tarde deste sábado, o apuramento para a final do torneio de Estugarda pela primeira vez na carreira. E a passagem à final (a 148.ª da carreira) não veio sozinha: valeu-lhe, também, a ascensão ao primeiro lugar do ranking — sim, outra vez.
Pelo que esse foi, naturalmente, um dos temas abordados pelo tenista de 36 anos na conferência de imprensa que se seguiu à vitória sobre Nick Kyrgios: “Sinto-me muito bem, muito feliz e muito aliviado. É claro que é uma sensação diferente do que se o tivesse conseguido num torneio do Grand Slam, mas estou muito feliz e agradecido à minha equipa. Sobretudo depois de o ter conseguido num tiebreak do terceiro set, que acrescentou algum drama à situação.”
Apesar do encontro ter sido decidido no limite — à semelhança dos dois anteriores, que tinham terminado igualmente num tiebreak –, Federer ficou satisfeito com a exibição: “Esperava mais um encontro difícil com o Nick e no final fiquei contente por me ter conseguido manter calmo e jogar bom ténis na parte final do encontro. Consegui proteger muito bem o meu serviço e não lhe dei nenhum ponto de break.”
Agora, segue-se o encontro com Milos Raonic. O suíço e o canadiano vão estar frente a frente pela 14.ª vez (10-3 também para o helvético), sendo a quinta numa superfície relvada (3-1 para Federer) e a terceira numa final (1-1, sempre em Brisbane).
O encontro está marcado para as 12h de Portugal Continental e dará a conhecer o novo campeão da Mercedes Cup, o ATP 250 de Estugarda que desde que mudou da terra para a relva foi ganho por Rafael Nadal (2015), Dominic Thiem (2016) e Lucas Pouille (2017).