Novak Djokovic foi esta quarta-feira eleito desportista europeu do ano. É a terceira vez que o sérvio é reconhecido pela Polish Press Agency, que para chegar a um vencedor voltou a convidar representantes de outras 22 agências noticiosas europeias.
Vencedor de dois torneios do Grand Slam em 2018 (Wimbledon e US Open), o tenista sérvio de 31 anos tornou-se no primeiro jogador da história a completar o Career Golden Masters (vencer todos os torneios de categoria Masters 1000 pelo menos uma vez) e recuperou o primeiro lugar do ranking mundial.
Essas prestações valeram a Novak Djokovic um total de 145 pontos, que lhe permitiram ficar à frente do croata Luka Modric (considerado o melhor jogador de futebol do mundo pela FIFA), que reuniu 132 pontos, e do piloto britânico Lewis Hamilton, que em 2018 conquistou pela quinta vez o título de campeão do mundo na Fórmula 1, recebendo um total de 114 votos.
No top 10 da lista há ainda lugar para uma outra tenista: a romena Simona Halep, campeã de Roland Garros e líder do ranking mundial feminino, que terminou a votação com 39 pontos.
Esta foi a terceira vez que Novak Djokovic recebeu a distinção máxima, repetindo os feitos de 2011 e 2015. Para além dele, também Steffi Graf (1988 e 1989), Stefan Edberg (1990), Martina Hingis (1997), Rafael Nadal (2008 e 2010) e Roger Federer (2004, 2005, 2006, 2007 e 2009) já foram distinguidos.
O suíço não só é o único tenista à frente de Djokovic como o recordista de distinções desde que o prémio começou a ser entregue, em 1958. E o ténis é, aliás, a modalidade que mais vezes foi reconhecida, com um total de 14 “vitórias”.