De regresso à Austrália após a deportação, Djokovic está “feliz por ter autorização para voltar”

Sensivelmente um ano após ter protagonizado uma das mais controversas polémicas da história da modalidade ao ter sido deportado da Austrália ao não ter apresentado certificado de vacinação contra a covid 19, Novak Djokovic está de regresso aos antípodas e é com a confiança no máximo que procura fazer mais história no primeiro Major da temporada, onde tem como meta reforçar o estatuto de recordista.

O natural de Belgrado não esquece o passado atribulado em Melbourne, mas confessa que o seu foco apenas se centra no futuro, sem remorsos: “É espetacular poder estar de regresso à Austrália, depois de não ter sido fácil aquilo que aconteceu há doze meses. Foi dececionante ter de abandonar o país daquela forma. Fico feliz por ter tido autorização para voltar porque é um país onde tive grande sucesso ao longo da minha carreira, sobretudo em Melbourne, onde venci por nove vezes.”

“A meta é chegar ao topo em Melbourne. É lá que quero jogar o melhor possível. Nesta fase da minha carreira, depois de todos os feitos, cada vitória traduz-se na possibilidade de fazer mais história. É uma grande motivação e não me falta inspiração para jogar o meu melhor ténis”, frisa o ex-número um mundial, que inicia a temporada em Adelaide antes de tentar confirmar o claro estatuto de favorito do Australian Open, palco onde persegue um inédito décimo título.

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