OEIRAS – À terceira foi de vez e Matilde Jorge somou esta terça-feira a primeira vitória da temporada, ainda que o zero não fosse motivo para preocupação. O terceiro triunfo num WTA 125 veio num contexto cómodo, o ideal para retomar o trilho dos êxitos.
“Fiquei muito feliz com a vitória. Sinto que tive um bom nível durante todo o encontro e isso foi o mais importante. Tive algumas quebras, mas nunca foram assim tão baixas”, sublinhou a número dois nacional no rescaldo do triunfo diante da ex-top 20 WTA Varvara Lepchenko.
E mesmo sem motivos para alarme com as duas primeiras derrotas, nos campos cobertos do Monte Aventino, pois “senti que joguei bem os dois jogos, principalmente na primeira semana, e sabia que era a isso que me tinha de agarrar, não ao resultado em si”, a vimaranense de 21 anos manteve a regularidade exibicional e não negou que as boas energias do local do evento ajudaram.
É que o Women’s Indoor Oeiras Open é disputado na nave dos campos cobertos do Complexo de Ténis do Jamor, local predileto de treinos na estrutura da Federação Portuguesa de Ténis e também local de muitas vitórias em Campeonatos Nacionais Absolutos. “É um ambiente muito familiar. Se calhar estou tão habituada que às vezes posso achar que estou numa semana de treino, às vezes acontece. Mas é um bom sentimento estar a ganhar num complexo que treino todos os dias. E tinha várias pessoas próximas a vr o jogo, é bom vê-las ali a apoiar”.
Depois dos quartos de final no Oeiras Ladies Open 125 de 2024, as vitórias anteriores na categoria, Matilde Jorge voltou a celebrar em provas com égide WTA e agora fica à espera ou da ex-top 50 Viktoriya Tomova, tenista desconhecida para Matilde Jorge, ou da espanhola Kaitlin Quevedo, nona cabeça de série e jogadora com várias incursões pelo nosso país em 2025, ou seja, mais familiar para a