Chegou ao fim a 16ª edição do Porto Open e com ele a série de torneios Future disputados em território nacional na presente temporada. De fevereiro a outubro, da região sul à região norte, não esquecendo o interior, foram treze as provas que serviram de montra para os tenistas portugueses (e não só!) comprovarem uma vez mais que há pernas para andar.
Rui Machado, Frederico Gil e Frederico Silva sagraram-se campeões de singulares em Loulé, Caldas da Rainha e Idanha-a-Nova (primeiro de dois torneios consecutivos), respectivamente, ao passo que no quadro de pares houve nove duplas 100% portuguesas e uma luso-francesa a arrecadar troféus.
Lá por fora, também houve motivos de festa para o ténis português. Além dos três torneios conquistados por Rui Machado em Colombo (Sri Lanka), André Gaspar Murta (Sibiu, Roménia), Romain Barbosa (Koksijde, Bélgica) e Gonçalo Oliveira (Arlon, Bélgica) são os três tenistas lusos que, até à data, conquistaram pela primeira vez na carreira troféus de singulares.
No circuito feminino, o nosso país recebeu quatro eventos entre abril e julho: Ponta Delgada (dois), Cantanhede e Amarante. Maria Palhoto, em pares, foi a única tenista portuguesa a conseguir inscrever o seu nome na galeria de campeãs.
Números:
Até para o ano!
[João Correia com Gaspar Lança]


