Voloshchuk olha para o copo meio cheio após derrota em 3h40: “Faz-me perceber que consigo estar aqui”

Beatriz Ruivo/FPT

OEIRASAngelina Voloshchuk lutou de igual para igual com Lucrezia Stefanini (138.ª WTA e ex-99.ª) e esteve por duas vezes a um ponto de celebrar a melhor vitória da carreira antes de acabar derrotada em 3h40, mas conseguiu olhar para o braço de ferro desta segunda-feira no Women’s Indoor Oeiras Open como uma aprendizagem e retirou dele confiança para continuar a construir um caminho ascendente.

“Saio um bocadinho triste porque foi um encontro bastante duro, o mais duro que já tive até hoje quer a nível mental, quer físico. No final fiquei mal fisicamente e ela esteve melhor nesse aspeto, tem mais experiência e com certeza já teve mais encontros como este. Mas acho que consegui lutar até ao final e para mim isso foi o mais importante”, reconheceu a portuguesa de 18 anos na conferência de imprensa de balanço à primeira ronda deste WTA 125 do Jamor.

“Seria uma vitória bastante boa e ia ficar bastante feliz, mas mesmo com a derrota retiro coisas positivas deste jogo. Devia ter jogado os match points de outra forma, mas ela esteve sólida e isso foi bastante importante. Esteve melhor do que eu nos momentos importantes”, acrescentou Voloshchuk.

A número três portuguesa explicou que “tentei não pensar muito nas cãibras e manter-me o melhor possível até ao final, mesmo estando a sofrer um bocadinho”. E não escondeu que “não ter fechado o segundo set custou”, além de reconhecer que “se calhar devia ter entrado melhor nos sets para estar por cima no resultado”.

Ainda assim, terminou o embate face a uma ex-top 100 com mais do dobro dos winners (51 para 21) e a ser quase sempre a jogadora com a iniciativa do seu lado, pequenas vitórias num encontro do qual saiu “contente por perceber que consigo estar aqui a jogar contra estas jogadoras.”

Concluído o primeiro Women’s Indoor Oeiras Open, seguem-se uns dias de recuperação e treino antes do segundo e último torneio desta categoria na nave do Jamor. Até lá também terá de decidir se joga o qualifying ou novamente o quadro principal, tendo apenas mais dois wild cards para usar em provas WTA até ao final de 2026.

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