Darja Vidmanova salva match points e alcança maior final da carreira no Women’s Indoor Oeiras Open

Beatriz Ruivo/FPT

OEIRAS – A checa Darja Vidamanova (137.ª WTA) alcançou no Women’s Indoor Oeiras Open, da nave dos campos cobertos do Complexo de Ténis do Jamor, a primeira final WTA 125 do currículo e após salvar dois match points na reta final do terceiro set.

Diante da polaca Maja Chwalinska (134.ª), Vidmanova triunfou com os parciais de 6-4, 3-6 e 7-6(5) ao cabo de 2h50 de uma tremenda batalha entre duas tenistas bastante talentosas.

Num embate com um nítido contraste de alturas (a mais cotada tem 1,91 metros, Chwalinska 1,64), mas entre duas jogadoras que usam imenso as variações de altura de bola, Vidmanova impôs o muito melhor serviço até para não ficar à mercê da melhor capacidade de deslocação em court da opositora.

A chave do desafio esteve nos últimos minutos, quando a carrasca de Francisca Jorge e Gabriela Amorim necessitou de salvar dois match points a 4-5, 15-40. Só que Vidmanova, que no total resgatou oito pontos de break dos 14 enfrentados, salvou esses momentos na rede, uma das maiores especialidades, e disparou dois ases dos nove totais para igualar tudo a cinco jogos.

Depois, a checa ainda fez um break que parecia cirúrgico, mas tudo se resolveu no mais ínfimo dos detalhes: no tie-break de terceiro set. Aí, a vantagem inicial de 4-0 foi um golpe difícil de anular para Chwalinska, que procurava a terceira decisão WTA 125 do palmarés (tem dois títulos) e a quarta final em Portugal – é campeã do Eupago Porto Open de 2024 e finalista de dois eventos indoor no Monte Aventino.

Darja Vidmanova foi a mais forte nos momentos de maior aperto e carimbou o acesso à 12ª final da carreira e a mais importante de todas, nesta que é a primeira incursão pelos torneios portugueses.

A vencedora do NCAA de 2025 (o circuito universitário americano) há menos de um ano está a romper rapidamente pelo profissionalismo e o top 100 já não aparece muito longe. Agora, a separá-la de um oitavo troféu estará ou a número dois nacional Matilde Jorge (que pode também ‘vingar’ a derrota da irmã na segunda ronda) ou a jovem prodígio russa Alina Korneeva.

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