Uma boa campanha em Barcelona devolveu Nuno Borges ao top 50 do ranking ATP e uma boa semana em Oeiras deixou Henrique Rocha mais próximo do que nunca da ambicionada estreia no top 100. A atualização desta segunda-feira foi maioritariamente positiva para o ténis português.
Se há uma semana deixou pela primeira vez desde setembro o grupo dos 50 melhores do mundo, Borges garantiu, com as duas vitórias registadas no ATP 500 espanhol (onde lutou pela presença na meia-final mais importante da história do ténis português), um rápido regresso.
O maiato de 29 anos subiu três degraus para chegar ao 49.º posto, ainda longe do 30.º que chegou a ocupar e que lhe vale o estatuto de segundo melhor tenista luso de sempre.
Mais atrás, Rocha subiu oito posições com a chegada às meias-finais do Oeiras Open 125 para fixar-se no 118.º lugar, sinónimo da melhor classificação da carreira.
O portuense de 22 anos recém-cumpridos tenta tornar-se no nono homem português da história a inscrever o nome no top 100 de singulares.
Jaime Faria (136.º) ganhou seis posições, Frederico Silva (234.º) sete e entre os cinco melhores jogadores lusos da atualidade apenas Tiago Pereira (305.º) desceu.
Tal como há uma semana, o campeão nacional absoluto, Tiago Torres (571.º), voltou a fixar um novo máximo pessoal e João Domingues (770.º) foi quem mais subiu ao escalar 31 posições. Quando o ano começou era 1214.º numa tabela em que chegou a ser 150.º (fevereiro de 2020).