Jaime Faria recuperou o estatuto de número dois nacional ao alcançar a final do Challenger 100 de Mauthausen, na Áustria, mas em igualdade pontual com Henrique Rocha, levando a melhor no primeiro critério de desempate graças aos pontos amealhados nos maiores torneios.
Esta segunda-feira, quer o lisboeta (ganhou 17 posições), quer o portuense (desceu duas) contabilizam 529 pontos, mas é Faria quem surge à frente, como 119.º classificado no ranking, uma vez que ao longo das últimas 52 semanas somou 206 pontos em torneios do Grand Slam e ATP Masters 1000, enquanto o compatriota conquistou 172 pontos nessas provas.
Só em caso de igualdade neste critério seria considerado o segundo, em que ganha vantagem o jogador que tiver disputado menos torneios. Também aí Faria ficaria à frente, pois participou em 27 torneios contra os 29 de Rocha.
O top nacional continua a ser liderado por Nuno Borges (52.º), apesar de esta semana o maiato ter voltado a abandonar o grupo dos 50 primeiros.
Frederico Silva (238.º) mantém-se em quarto, com a perda de quatro degraus, e Tiago Pereira (304.º) no quinto.
A novidade desta segunda-feira é a ultrapassagem de Tiago Torres (534.º) a Gastão Elias (589.º). O primeiro subiu 37 lugares com a final no ITF M15 de Sanxenxo para alcançar a melhor classificação da carreira, o segundo perdeu mais 64 e está na pior classificação desde janeiro de 2011.