História portuguesa, com certeza: Portugal leva sete jogadores a um Grand Slam pela primeira vez

Un, deux, trois, quatre, cinq, six, sept: Portugal vai contar com sete representantes num torneio do Grand Slam pela primeira vez na história, um feito consumado na terra batida de Roland-Garros, precisamente o palco do recorde anterior.

Inicialmente composta por Nuno Borges (o único com entrada direta no quadro principal de singulares), Francisco Cabral (no de pares), Jaime Faria, Henrique Rocha e Francisca Jorge (no qualifying), a comitiva lusa aumentou com as entradas de última hora de Frederico Silva, na segunda-feira, e Matilde Jorge, já esta quinta-feira.

Entre todos, a mais nova das irmãs vimaranenses é a única a estrear-se a este nível — será a nona mulher portuguesa a competir num torneio do Grand Slam e a oitava a fazê-lo em Paris.

Até agora, o recorde de participantes lusos num só Major dizia respeito à edição de 2012 de Roland-Garros, quando foram a jogo seis — Rui Machado diretamente no quadro principal e ainda João Sousa (que “furou” pela primeira vez um qualifying), Frederico Gil, Gastão Elias, Pedro Sousa e Michelle Larcher de Brito na fase de qualificação.

Roland-Garros 2026 será o primeiro torneio do Grand Slam a contar com duas mulheres portuguesas desde o US Open de 2013, então com Michelle Brito e Maria João Koehler.

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