Miscelânea de superfícies

Se é um seguidor daqueles que gosta de organizar a sua atividade conforme superfícies, estabelecer ligações entre torneios, países e pisos, pouse os papéis. Se, por outro lado, é um fã de desporto à procura de uma boa introdução ao ténis, tenha cuidado: organize-se. Nas últimas semanas – poucas, muito poucas! – tudo aconteceu.
Terminado o torneio dos torneios, onde remonta toda a história, a modalidade partiu para os mais variados cantos do planeta terrestre e em todos os tipos de superfície. No verão quebram-se barreiras; esquece-se o começo em piso rápido, seguido da passagem para a terra e a curta época de relva. Mistura-se tudo aquilo em que é permitido ‘bater’ numa bola amarela.
No circuito masculino, Newport (o único torneio que dá continuidade à mini-época de relva), Bastad (em terra batida, onde João Sousa foi vice-campeão) e Estugarda (que pela última temporada foi disputado no pó de tijolo, passando em 2015 para a relva) são os primeiros torneios a ser disputados após Wimbledon, enquanto o circuito feminino parte para Bad Gastein e o recente torneio de Bucareste (ambos em terra).
Na semana seguinte, joga-se o ATP 500 de Hamburgo em terra batida e o ATP 250 de Bogotá em… Piso rápido, enquanto o único torneio WTA da semana, em Baku, é também jogado em cimento. Aqui, é feita a transição para a temporada norte-americana e a US Open Series, que antecedem o último Major do ano e a Asian Swing, mas Gstaad, Umag e Kitzbuehel são ainda excepções – todos eles são jogados em terra batida.
Terminada a miscelânea ‘louca’ típica do continente europeu, as atenções voltam a concentrar-se no continente americano. Se em março os circuitos foram preenchidos por dois dos torneios mais importantes da temporada, Miami e Indian Wells, partimos agora para a segunda fase da temporada de piso rápido – na qual se destacam torneios como Stanford, Toronto/Montreal, Cincinnati e, claro, o US Open. Depois, será tempo de ensaiar as despedidas da temporada com os eventos de Pequim, Tóquio, Xangai, Valência, Basileia, Paris e, então, Londres e Singapura.
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