Bárbara Luz e Inês Murta são as grandes finalistas do quadro principal de singulares femininos do Campeonato Nacional Absoluto/Taça Guilherme Pinto Basto 2014. Se a conimbricense procura o seu primeiro triunfo em três decisões, a algarvia estreia-se na etapa final da prova. Em conferência de imprensa, as duas jogadoras falaram dos embates de hoje e perspetivaram a final de sábado.
“Foi um jogo muito bom. Já não jogava com a Rita [Vilaça] há algum tempo e acho que fizemos as duas um bom jogo. Consegui vencer mas com alguma dificuldade e acabei a jogar muito bem”, começou por afirmar Bárbara Luz. “É sempre bom [chegar a uma final]. É sinal de que o trabalho que tenho feito dá frutos e me permite chegar a mais uma final. Estou muito contente e espero fazer um bom jogo amanhã.”
Já Inês Murta, campeã em título de juniores, revela que “acima de tudo é bom estar na final. Acho que não joguei o meu melhor ténis, falhei um pouco e podia ter estado melhor mas recuperei bem no segundo parcial”, fazendo menção à desvantagem de um break naquele set. Em relação à final, Murta considera “não ter pressão nenhuma” e querer “fazer o meu melhor”.
Favorita à conquista do título pela primeira vez na sua carreira, depois de em 2011 e 2013 ter saído derrotada pela principal candidata, Maria João Koehler, Luz confessa que “uma final nunca é um jogo normal, é sempre uma final e há muitos mais nervos. Queremos as duas ganhar e isso faz parte, é fundamental haver esse nervosismo.” Já Murta, afirma que “ser cabeça de série ou não numa final não faz diferença.”