US Open 2016. É esta a data limite estipulada pela United States Tennis Association (USTA) para a conclusão da construção de uma cobertura retrátil no Artur Ashe Stadium — o maior estádio de ténis do mundo e que, assim, fará do Major norte-americano o terceiro torneio do Grand Slam a possuir um campo com cobertura amovível.
Para já, e como adianta o New York Times, foram já construídas duas das vinte e quatro colunas que suportarão as cinco toneladas da cobertura que, a partir de 2016, permitirá que o torneio nova-iorquino se dispute mesmo debaixo de condições atmosféricas indesejáveis, fugindo assim à chuva que tem perturbado de forma significativa o desenrolar da prova nos últimos anos.
Com mais de 22.500 lugares sentados, o court central do US Open não possuía uma estrutura que reunísse as características necessárias para suportar a cobertura devido à sua ampliture, razão pela qual começaram os trabalhos de construção e instalação de duas dúzias de colunas de aço.
Assim, e dez anos de recolha de informação e estúdios depois, começou finalmente a ser tornado real um projecto que terá um custo de 500 milhões de dólares. Danny Zausner, responsável pelo departamento de operações do Billie Jean King National Tennis Center, diz ter como objectivo “estarmos em fase de testes em maio de 2016 para que nesse mesmo ano a cobertura possa ser utilizada no torneio.”
Estas não são, no entanto, as únicas alterações previstas: ainda no Artur Ashe Stadium, serão utilizados novos sistemas de iluminação e som, implementados na nova cobertura, e os dois ecrãs vídeo existentes passarão ao dobro. Já fora do ‘palco’ principal, será construído o novo Grandstand, com capacidade para oito milhares de espectadores, e o novo Louis Armstrong Stadium, que a partir de 2017 albergará 15.000 espectadores naquela que poderá ser, como revelam os planos de construção, a segunda estrutura com uma cobertura.
