Os dados estavam lançados: João Domingues chegava à final da segunda edição do torneio de Idanha-a-Nova com os níveis de confiança nos píncaros e sabia o que era preciso para voltar a vencer o adversário desta tarde. Ou não tivesse o tenista português levado a melhor no embate anterior entre ambos, realizado em março de 2013, no “Future” de Guimarães.
No entanto, o tão desejado troféu, o tão aguardado título que lhe foge há mais de dois anos (maio de 2013, em Coimbra) ainda não foi hoje que chegou. Depois da final perdida para Frederico Silva há precisamente uma semana, João Domingues cedeu hoje frente a Sebastien Boltz (460º), com parciais de 6-2 e 6-0, num encontro em que o francês se mostrou sempre superior.
Estatisticas:
[4] João Domingues: 0 ases, 1 dupla-falta, 1 em 2 pontos de break concretizados, 30 pontos ganhos no total
[3] Sebastien Boltz: 2 ases, 4 duplas-faltas, 6 em 10 pontos de break concretizados, 53 pontos ganhos no total
Apesar do desaire, o número 6 português fecha a série de cinco torneios consecutivos disputados em território nacional com resultados bastante satisfatórios, que se traduzem nas meias-finais nas Caldas da Rainha e Coimbra, quartos-de-final em Pombal e duas finais em Idanha-a-Nova.
Recorde-se que, no dia de ontem (sábado), ao lado de Nuno Deus, João Domingues sagrou-se campeão de pares do evento beirão. O regresso à competição do antigo campeão nacional absoluto está previsto para o torneio de 15 mil dólares de Nápoles, que acontece entre os dias 15 e 21 de junho.