Domingues “fiel” ao seu jogo quer desforra da derrota no início do ano

Foi com a melhor vitória da carreira que João Domingues carimbou na tarde deste sábado o apuramento para a final de singulares do Porto Open, algo que até à data apenas três tenistas portugueses tinham conseguido. Já depois do encontro, o jogador natural de Oliveira de Azeméis, agora a treinar no CETO, falou sobre o encontro e anteviu um jogo difícil para o dia de amanhã.

“Se queremos vingar neste desporto temos de ser persistentes”, que começou a perder por 2-5 mas conseguiu recuperar para vencer o set inaugural por 7-5 frente a Maxime Chazal, 256.º ATP. “Não podemos desistir a qualquer obstáculo que encontremos e por isso tenho estado bem neste torneio, tenho conseguido manter-me fiel ao meu jogo e tem dado resultado”.

Atualmente no 509.º posto do ranking mundial ATP, Domingues não esconde o orgulho que sente por estar na final do Porto Open, que como lembra é a sua terceira em torneios da categoria Future na presente temporada. “Perdi as duas últimas e espero conseguir fazer melhor neste torneio. Sinto-me bem, a jogar bem, melhor do que no início do ano.”

De acordo com o ‘pupilo’ de João Cunha e Silva no CETO, a final deste domingo frente ao belga Arthur de Greef (#333) será “um jogo muito difícil mas espero estar à altura e fazer um bom jogo.” Como o próprio diz, “uma final é uma final e nunca se sabe [quem vence]”, sendo o duelo no Porto Open a oportunidade ideal para que consiga contrariar um jogador que descreve como “bastante rápido e sólido e muito bom no contra-ataque” para conseguir a desforra da derrota sofrida no primeiro jogo profissional que disputou em 2015, no Future de El Kantaoui, na Tunísia (4-6 4-6).

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