Tommy Haas oficializou no passado mês de março, em Indian Wells, o fim da sua carreira enquanto tenista, mas tem intenção de continuar embrenhado na modalidade que começou a praticar de forma profissional em 1996.
O antigo número 2 mundial tem trabalhado de perto com Lucas Pouille (17.º) desde o início da época e acredita que o tenista francês pode alcançar grandes feitos. “Faço parte da equipa técnica dele, seja treinador ou consultor, é indiferente. Ele é um jogador muito bom, tem muito potencial e considero que pode ir longe nos grandes torneios”, frisou, em conferência de imprensa realizada esta quinta-feira.
Em Estugarda a acompanhar o francês, que garantiu hoje a qualificação para as meias-finais do ATP 250 local, Haas revelou que continuarão juntos até Wimbledon e que um compromisso a tempo inteiro é difícil devido a questões familiares.
Recuperando o ponto final na carreira, Tommy Haas sublinhou que aconteceu no “momento perfeito” e destacou a felicidade “de já não estar a jogar torneios aos 40 anos, mas a fazer outras coisas”.