Depois de Almagro e Ferrer, também Feliciano López já fala da despedida

Fotografia: Rolex Paris Masters/FFT

A poderosa armada espanhola vai, pouco a pouco, desaparecendo. Depois de Nicolás Almagro, que terminou a carreira há pouco mais de duas semanas, e de David Ferrer, que vai colocar um ponto final na carreira de jogador em pleno Masters 1000 de Madrid, há mais um “guerreiro” que pode estar próximo da despedida.

Feliciano López, ex-jogador do top 20, celebra o 38.º aniversário em setembro e apesar de ainda não saber ao certo quando e onde deseja realizar o último encontro profissional já fala sobre a “reforma”.

A revelação foi feita na conferência de imprensa de antevisão do Barcelona Open Banc Sabadell, na qual o atual 93.º classificado na hierarquia mundial revelou o que, para já, se assemelha mais a um plano. “Ainda não pensei muito nisso. Este ano quero disputar o calendário todo que planeei e se no final da época tiver um bom ranking jogo mais torneios do Grand Slam e provavelmente mais um ano completo.”

Certo é apenas que o ex-número 12 do mundo (posição que atingiu em março de 2015) não se poderá despedir da competição em Madrid, uma vez que é o diretor do Mutua Madrid Open e os regulamentos do ATP Tour impedem que um responsável de prova a dispute.

Feliciano Lopez foi 12.º classificado na variante de singulares e 9.º em pares, tendo alcançado 6 títulos na primeira variante e quatro na segunda respetivamente. Em singulares, o troféu mais prestigiado foi erguido no ATP 500 de Queens (2017), enquanto em pares conquistou Roland Garros em 2016, ao lado de Marc Lopez. O veterano de 37 anos detém o recorde de 68 participações consecutivas em eventos do Grand Slam.

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