Do abandono ao realizar de um sonho

Em maio de 2014, Caroline Wozniacki preparava-se para subir ao altar. Um dia depois, quando já os preparativos tinham luz verde e Serena Williams a ajudava a organizar a grande festa, foi surpreendida pelo passo atrás de Rory McIlroy. A 2 de novembro, completou a a sua primeira maratona em Nova Iorque — cidade que passa agora a ter um significado ainda mais especial para a dinamarquesa.

Caroline nunca tinha corrido mais de 20km. Fora a própria a confessá-lo dias antes da maior aventura da sua vida. O tempo de preparação, esse, revelara-se talvez mais curto do que o planeado, dado ter chegado às meias-finais no WTA Finals, em Singapura, cerca de sete dias antes. Mas nada disto foi obstáculo para a atleta de 24 anos.

Inexperiente em corridas  de longa distância, comprometeu-se (doação, etc) e só parou no final: de sorriso bem evidente, com os braços no ar e apoiada pela sua melhor amiga. Tinha uma cidade inteira de olhos postos em si, todo um conjunto de seguidores no Twitter a acompanhar o seu tempo em directo e ao minuto. Ultrapassou os obstáculos e só terminou na meta.

3:26:33. Isso mesmo, três horas, vinte e seis minutos e trinta e três segundos, um tempo suficiente para, no meio do surpreendente e inesperado, ser suficiente para a qualificação para a Maratona de Boston.

Na verdade, não foram apenas os seus adeptos e os mais variados jornalistas da modalidade (e não só) a dedicar parte do seu tempo ao acompanhamento da corrida. Via Twitter, muitas jogadoras e jogadores demonstraram todo o seu apoio, orgulho e, até surpresa com o registo da dinamarquesa.

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