Depois de anunciado o fim do Portugal Open pelo seu director, João Lagos, o Presidente da Federação Portuguesa de Ténis descartou, em declarações à Agência Lusa, a possibilidade da entidade máxima do ténis português ‘salvar’ a maior prova disputada em território nacional.
“O que posso dizer é que é com muita tristeza para o ténis português que o João Lagos, depois de 25 anos, já não vai organizar o torneio”, começou por afirmar Vasco Costa, Presidente da FPT, que diz ainda que “A federação não tem nada a ver com a organização de eventos, nomeadamente com a organização deste evento.
À Lusa, Vasco Costa revela ainda não depender da Federação ou do Governo o ‘resgate’ do Portugal Open, cuja continuação se encontrava, sim, condicionada pela Associação dos Tenistas Profissionais.
Sem argumentos disponíveis para comentar o que poderia ser feito, dada a brevidade com que foi contactado, o presidente da FPT reconheceu ainda ser “uma grande perda para o ténis, não só em termos do evento em si, mas também de motivação para as camadas jovens e para os nossos jogadores profissionais.”