Final em Idanha-a-Nova é 100% portuguesa

O decisivo encontro do quadro de singulares da primeira semana de competição em Idanha-a-Nova vai contar com representação portuguesa. E a dobrar. E isto porque depois de João Domingues, que registou hoje uma das maiores vitórias da carreira, Frederico Silva, quarto tenista do ranking português, encarregou-se de “despachar” Sebastien Boltz, carrasco de Romain Barbosa na jornada de ontem, para garantir a qualificação para a 12ª final da carreira, a primeira desde dezembro.

À semelhança do encontro da ronda anterior, Frederico Silva (275º) voltou a não encontrar grande resistência no embate de hoje, ao bater o francês (460º), por expressivos 6-1 e 6-0. Como reflectem os parciais, o triunfo do português nunca esteve ameaçado, sendo que Silva selou a passagem à final da prova com mais 25 pontos em relação ao seu opositor.

Aos 20 anos, Frederico Silva conta com três títulos “Future” no seu palmarés – Monfortinho (2013), Pombal (2014) e Ponta Delgada (2014) – e já sabe que, na final de amanhã, terá de superar João Domingues – algo que não se verificou nas duas ocasiões em que se defrontaram este ano (Casablanca e Caldas da Rainha). A última vitória de Frederico Silva frente a João Domingues aconteceu na final de Pombal em 2014.

O torneio de Idanha-a-Nova distribui 10 mil dólares em prémios monetários e é disputado nos campos de piso duro do Clube de Ténis daquele município da beira interior. A segunda edição do evento tem lugar na próxima semana.

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