Pelo segundo ano consecutivo, o Porto Open vai contar com representação portuguesa na final da prova. Na 16ª edição, o responsável pelo feito é João Domingues, que tratou de registar esta tarde a maior vitória da carreira até ao momento para alcançar a terceira decisão da presente temporada (quinta da carreira).
O adversário era de respeito – detinha o estatuto de 1º cabeça de série e este ano contabiliza cinco torneios Future no palmarés – mas João Domingues (509º) não se deixou intimidar e, ao cabo de 1h44, sentenciou a contenda com os parciais de 7-5 e 6-4.
Maxime Chazal (256º) entrou melhor no encontro e depressa construiu uma vantagem aparentemente confortável de 5-2. No entanto, o instinto de sobrevivência do tenista natural de Oliveira de Azeméis não faltou à chamada e permitiu a Domingues arrecadar cinco jogos consecutivos para se colocar em vantagem no marcador.
Na segunda partida, a história foi substancialmente diferente. Galvanizado pela remontada registada no set inaugural, o número 6 nacional assinou um break precoce no segundo parcial e não mais concedeu qualquer janela de oportunidade ao tenista gaulês.
Recorde-se que o Porto Open conta com dois campeões portugueses na sua galeria: Leonardo Tavares (2007) e Frederico Gil (2014). João Domingues, que esta tarde disputa ainda a final de pares ao lado de Nuno Deus, pode juntar-se ao lote de vencedores já amanhã (domingo). Para isso, o campeão nacional absoluto de ténis terá de derrotar Arthur de Greef (333º). O belga levou a melhor frente a Ricardo Ojeda Lara (448º), finalista da prova em 2013, por claros 6-3 e 6-0.
Nuno Deus & João Domingues têm pela frente os espanhóis Ivan Arenas-Gualda e David Vega Hernandez, na final de pares masculinos.