Cheerleaders. É nelas que, numa fase inicial, recai toda a atenção dos espetadores presentes na Sibur Arena antes do começo de cada um dos encontros do Premier WTA de São Petersburgo. Não por opção, mas porque o torneio faz uma aposta tal nos espetáculos multimédia pré-encontros que é impossível desviar os olhos da tentativa bem sucedida de inovar no circuito.
Depois de, no passado mês de novembro, ter arriscado a implementação de cheerleaders no torneio masculino, este ano São Petersburgo esticou a animação até à prova feminina, a primeira da história a contar com dançarinas nos intervalos dos encontros. Mas há mais, muito mais: entre a breve aparição com as bandeiras dos países de todas as jogadoras inscritas na prova e as danças nas trocas de lado, a organização do Premier WTA apostou num forte espetáculo multimédia para dar as boas vindas às tenistas.
when you see that one group of girls in the club who think they're the shit pic.twitter.com/eRohZyGpKP
— WTA Reactions (@WTAreactions) February 10, 2016
Antes de cada encontro, o evento russo faz uso de um espetáculo de luz ao nível de eventos como o ATP World Tour Finals e digno de torneios do Grand Slam para, com projeções, formas criadas com dezenas de projetores e reflexos fazer uma alusão a uma verdadeira cena de combate e apresentar as jogadoras, os seus currículos e, por fim, recebê-las em campo.
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INOVAR É GANHAR
O resultado é claro: inovar dá resultado. E que o diga o WTA de Linz, que no final da temporada passada percorreu o mundo ao apresentar courts numa escala de cinza até então nunca vista em torneios profissionais, que resultou num contraste favorável ao acompanhamento dos encontros.
