O cenário não é o melhor, mas nem por isso Rafael Nadal deixa de se mostrar animado. Depois de aterrar no Rio de Janeiro, o tenista maiorquino treinou limitado e abandonou o court com gelo no pulso, mas ainda assim encara os Jogos Olímpicos de 216 otimista.
“Estou encantado por regressar aos Jogos Olímpicos”, começou por dizer o maiorquino, que em Pequim, em 2008, conquistou o ouro em singulares. “É um evento especial, o maior do mundo. Os Jogos Olímpicos são os únicos que únem os desportes e a tradição.”
Porta-bandeira da Espanha na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos, que terá lugar no Estádio Maracana na próxima sexta-feira, Nadal aposta numa atitude “realista”: “Não chego no pico da minha forma, estou sem competir há muitos meses e treinei muito pouco. Mas vamos ver. Ainda tenho uns dias para ver o que posso e não posso fazer.”
Esta terça-feira, as dúvidas mantêm-se e não se sabe, ainda, se o maiorquino de 30 anos disputará as três variantes que tinha planeadas: singulares, pares e pares mistos.