O número crescente de torneios do circuito profissional da Federação Internacional de Ténis em solo português, quer masculinos quer femininos, é algo que deixa Vasco Costa naturalmente satisfeito e que o faz acreditar que este é o caminho a seguir.
“Mais torneios em Portugal significa mais competição”, começou por escrever o dirigente federativo, num texto que integra a edição de maio da Notícias do Ténis (a newsletter da Federação Portuguesa de Ténis), intitulada Verão grande e com Maria João Koehler na capa.
“Mais provas corresponde a uma maior exposição do ténis português, não só no que respeita a jogadores, em masculinos e femininos, como na arbitragem, área em que temos também representantes na elite mundial”, continuou.
Por isso, a aposta é clara e para continuar: “Mais torneios em Portugal permite igualmente uma maior participação do associativismo e de entidades particulares na organização de eventos dos circuitos profissionais. A capacidade organizativa dos portugueses, exímios a contornarem dificuldades e a procurarem soluções sem esmorecer, é sobejamente reconhecida além fronteiras”.

O ténis português está vivo — e bem vivo — quer dentro, quer fora dos courts. “Mais torneios contribui decisivamente para a imagem do ténis português a nível internacional. O ténis nacional está a crescer e a evoluir. E isso mesmo é reconhecido a nível internacional, nas instâncias que regem esta modalidade, a que dispensamos uma paixão desmedida e que queremos que atinja patamares superiores”, apontou.
“Dentro do court, temos intérpretes que ombreiam com os melhores, temos árbitros que estão nos maiores palcos. E temos dinamizadores, incansáveis na promoção e valorização de provas, que também elevam o ténis português por esse mundo fora”, sublinhou.
O texto termina com uma forte convicção de Vasco Costa: “Este é o caminho que estamos a trilhar, porque acredito ser o melhor!”