Kostyuk admite: “Foi difícil ver a Raducanu e a Fernandez na final do US Open”

Marta Kostyuk qualificou-se para as meias-finais do WTA 250 de Cluj-Napoca, na Roménia, ao derrotar Emma Raducanu de forma categórica e após o encontro admitiu não ter sido fácil assistir às caminhadas triunfais — e históricas — de duas jogadoras da sua geração até à final do US Open, em setembro.

Num raro desabafo repleto de honestidade, a talentosa tenista ucraniana de 19 anos explicou, em conferência de imprensa, que “foi difícil vê-las chegar tão longe” uma vez que quer Emma Raducanu, quer Leylah Fernandez são da mesma geração que Marta Kostyuk, que apesar de já ter conseguido reclamar um lugar no circuito (é a 55.ª do ranking) ainda não desenhou nenhuma campanha com o mesmo impacto.

No entanto, a jovem sensação do Australian Open de 2018 acrescentou que ver Raducanu e Fernandez avançarem até à final do Major norte-americano “foi muito, muito inspiracional e deu-me muita força, porque fez-me perceber que posso fazer o mesmo. Foi uma coisa que elas me deram e pela qual estou muito agradecida, porque ser a primeira a fazer algo envolve sempre muita pressão.”

Esta sexta-feira, Marta Kostyuk terá a oportunidade que tanto procura de começar a obter resultados marcantes no circuito WTA, mas a tarefa que a espera não é fácil: terá de derrotar Simona Halep, a primeira cabeça de série e grande favorita do público, para se estrear em finais.


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