Entusiasmado com nova final na Maia, Tseng quer dar o passo que falta

Sara Falcão/FPT

MAIA – Duas semanas na Maia, duas finais para Chun-hsin Tseng. Depois da derrota frente a Geoffrey Blancaneaux, o tenista do Taipé ambiciona finalmente estrear-se como vencedor no ATP Challenger Tour e para isso terá de repetir o triunfo frente a Nuno Borges na final do ITF da Póvoa de Varzim há três anos.

Sobre a vitória deste sábado, segunda em duas meias-finais na Maia face a Andrej Martin, Tseng ficou, obviamente, bastante satisfeito com o trabalho concluído em apenas 58 minutos e sem ceder o serviço. “Ele falhou muitas bolas, mas eu fui agressivo e fi-lo mover-se a cada pancada que executava. Joguei o meu melhor ténis”, observou.

Para estar preparado para o encontro decisivo, o tenista de 20 anos vai tirar notas da vitória do português sobre Elliot Benchetrit, apesar de saber em traços gerais o que lhe espera este domingo. “O Nuno é muito agressivo e coloca muita pressão nos adversários. Terei de estar preparado e ser rápido a mover-me no court“.

Em 2018, era o atual 232 do ranking número um mundial de juniores com dois torneios do Grand Slam ganhos nessa temporada, a final na Póvoa caiu para Tseng por 6-3 e 6-4. Muito mudou desde então, e Borges é quem tem melhor posto na hierarquia (210) e um título na categoria. “Ele está mais consistente e está numa grande fase, muito confiante. Mas eu também. Estou ansioso pela final”.


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