Garcia falha acesso aos ‘quartos’ no adeus à presença gaulesa em Melbourne

Caroline Garcia (4.ª) era a principal favorita pelo apuramento para a final na metade inferior do quadro após o afastamento de Ons Jabeur (2.ª), mas o percurso da francesa deu-se esta segunda-feira por concluído. Igualado o melhor registo da carreira no Australian Open, foi incapaz de alcançar um resultado inédito ao ceder diante da polaca Magda Linette (45.ª), pelos parciais de 7-6 (3) e 6-4.

O arranque correu de feição para o lado de Garcia, que pouco mais poderia pedir para os primeiros capítulos da partida. Duas quebras de serviço assinadas de forma consecutiva logo nos momentos madrugadores pareciam indicar-lhe o caminho para a liderança no primeiro set. Mas o fosso conquistado não foi suficiente para travar as investidas de Linette, que foi a tempo de dar a mesma réplica para logo de seguida se afirmar no tie-break.

A jogadora mais cotada já não foi capaz de encontrar os atributos necessários para fazer frente ao ascendente da adversária e nulas foram as chances de break no restante período da contenda. As primeiras ameaças não surtiram efeitos, mas a natural de Poznan alimentou-se da resiliência para se evidenciar com uma quebra conseguida no limite, que momentos depois se veio a traduzir na vitória.

Magda Linette já vivia a melhor campanha da carreira no Grand Slam desde que ultrapassou a terceira eliminatória (que era o seu melhor marco nos quatro eventos) e agora dá um novo e sólido passo rumo a uns inéditos quartos de final em Melbourne Park, com apenas um parcial perdido no caminho. Já Caroline Garcia, que viu negada a hipótese de um regresso ao grupo das quatro últimas resistentes depois das ‘meias’ atingidas em setembro passado no US Open, reduz a representação do top 10 para apenas duas jogadoras: Jessica Pegula (3.ª) e Aryna Sabalenka (5.ª).

A polaca de 30 anos tem encontro marcado por um posto nas meias-finais com a checa Karolina Pliskova (31.ª), que com contundência cumpriu em pleno a missão diante da chinesa Shuai Zhang (22.ª) para manter vivas as esperanças de se estrear no dia de atribuição do título no Australian Open, depois de ter falhado o acesso à final em 2019.

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