Enchente lusa no qualifying do ITF masculino que estende o Porto Open

O Porto Open voltou a crescer e em 2023 aumentou para três semanas, com a segunda a assinalar o regresso de uma prova ITF masculina ao Complexo Desportivo do Monte Aventino pela primeira vez desde o triunfo de Gastão Elias em 2020. E não faltará representação portuguesa no Porto Open M25 que arranca este domingo, pois só no qualifying entrarão em ação 28 jogadores ‘da casa’.

Num quadro de 59 jogadores (mais cinco byes), praticamente metade são portugueses: Luís Miguel Saraiva, Manuel Guedes de Almeida, João Martins, André Stewart, Filipe Paredes, Tomás Almeida, Miguel Simão, Rodrigo Beires, Gonçalo Barradas, Daniel Silva, Dino Molokova, João António, Nuno Pinheiro, Gonçalo Falcão, Martim Bernardo, Francisco Guimarães, Guilherme Valdoleiros, Valentin de Carvalho, Daniel Marincas, Francisco Oliveira, Ricardo Batista, Daniel Batista, Rodrigo Oliveira Alves, Francisco Vilaça, Illia Stoliar, Bernardo Teixeira, João Dinis Silva e Tiago Boschmans.

Todos eles procuram um lugar no quadro principal onde já estão assegurados seis jogadores lusos: Henrique Rocha, João Domingues, Duarte Vale, Jaime Faria, Daniel Rodrigues e Pedro Araújo.

Depois de dois anos unicamente dedicados a provas Challenger no que ao circuito masculino diz respeito (em 2023 também haverá uma, e a mais forte de sempre, de 30 de julho a 6 de agosto), este será o 15.º Porto Open a contar com uma prova ITF.

Ao longo da história o torneio já coroou quatro campeões portugueses: Leonardo Tavares venceu a edição inaugural na terra batida do Clube de Ténis do Porto, em 2007, e João Monteiro a penúltima, em 2017. Pelo meio, Frederico Gil triunfou em 2014.

O triunfo de Gastão Elias já aconteceu no Complexo Desportivo do Monte Aventino, onde no primeiro ano (2019) após a conversão de terra batida para piso rápido houve outro jogador português a disputar a final: Daniel Rodrigues, que tal como Nuno Borges na época anterior falhou por pouco uma campanha invicta.

A prova feminina continua sem sorrir a representantes lusas e a edição que se conclui este domingo, a mais forte desde os tempos em que o torneio foi uma prova WTA, será ganha ou pela búlgara Isabella Shinikova ou pela francesa Kristina Mladenovic, mas já houve portuguesas a cheirar o título: Inês Murta perdeu a final de 2016 na terra batida do CT Porto, Francisca Jorge a de 2020 no piso rápido do Monte Aventino.

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