Semifinalista do Del Monte Lisboa Belém Open exulta com Mourinho: “É como um ‘deus’ para nós”

Sara Falcão/FPT

LISBOA — Flavio Cobolli (121.º) somou esta sexta-feira a terceira vitória seguida na terra batida do Del Monte Lisboa Belém Open e assegurou presença italiana na final do torneio masculino, já que também o compatriota Franco Agamenone (203.º) cumpriu o desafio e marcou confronto entre si nas meias-finais marcadas para este sábado. Segundo cabeça de série do torneio lisboeta, o natural de Florença quer conquistar o máximo de pontos num contra-relógio para cumprir duas metas — o apuramento para o NextGen Finals e a estreia no top 100.

“Estou muito contente por estar aqui a jogar num torneio fantástico, estou a desfrutar muito e já joguei três encontros. O primeiro foi difícil, mas depois acho que joguei muito bem os outros dois e agora estou focado nas meias-finais”, começou por expressar o italiano na conferência de imprensa que se seguiu ao triunfo frente a Calvin Hemery (221.º), por 6-4 e 6-3.

Cobolli, que abdicou das fases de qualificação dos torneios do patamar superior que se jogam na Ásia, admitiu que a estratégia passa por competir o máximo possível na sua superfície predileta: “Prefiro jogar em terra batida nos últimos torneios da temporada, quero lutar neste torneio mas na próxima semana volto ao piso rápido. Sou melhor na terra batida, quero ir ao NextGen Finals e por isso prefiro jogar agora na minha superfície. Vai ser em Jedá, é o meu objetivo do ano e também quero entrar no top 100 para conseguir o quadro principal do Australian Open.”

Confesso adepto do AS Roma, não escondeu a admiração por José Mourinho, timoneiro do clube romano desde de 2021 e ao leme do qual o conjunto disputou duas finais europeias de forma consecutiva: “Joguei futebol até aos 13 anos, depois escolhi o ténis porque prefiro jogar sozinho, para mim mesmo.” Apontando para a loba que exibe como uma das suas tatuagens, declarou o seu amor pelo histórico emblema italiano: “Joguei com alguns vários jogadores que agora são profissionais, Roma é a minha equipa e sempre que posso vou ao estádio. Mourinho é como um ‘deus’ para nós.”

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