De 1 de novembro de 2015 a 9 de maio de 2016 é um ‘saltinho’ e o tempo passa a voar. Seis meses depois, os nomes de João Sousa, Gastão Elias e Frederico Silva voltam a estar envolvidos numa das páginas mais bonitas da história do ténis português.
Se no último mês de competição de 2015 brilharam ao conquistarem, no mesmo dia, um título ATP (Sousa, em Valência), um Challenger (Elias, em Lima) e um Future (Silva, Sharm El Sheik), esta segunda-feira os três jogadores — que são os três primeiros representantes lusos no ranking mundial — alcançam novos máximos de carreira na hierarquia.
Como resultado da grande semana em Madrid, em que somou três vitórias para chegar aos quartos de final do Masters 1000 espanhol, João Sousa subiu cinco lugares para se fixar no 30.º, tornando-se no primeiro jogador português da história a chegar ao top 30.
Já Gastão Elias, que chegará ao Millennium Estoril Open como top 100 pela primeira vez na carreira frito da vitória no Challenger de Turim, subiu mais um lugar e é agora 92.º, estando cada vez mais próximo do top 90.
Frederico Silva, que em Roma passou a fase de qualificação rumo à segunda ronda do quadro principal — e que esta semana joga em Samarcanda — escalou seis posições para chegar ao inédito 243.º posto.
A semana é igualmente positiva para André Gaspar Murta. O tenista algarvio de 21 anos surge agora no 532.º lugar, estabelecendo também ele uma melhor marca de carreira.