Gastão Elias, número dois nacional e um dos elementos responsável pela qualificação de Portugal para a segunda ronda do Grupo I da Taça Davis, já tem bem definidos os objetivos para os próximos tempos, sendo que o mais imediato é a entrada no top-50 mundial, não escondendo a vontade de apanhar os registos de João Sousa no ranking
“Espero que sim, era bom”, disse sobre ser o melhor jogador a nível nacional. “Já estive ali no número 57, gostei e não quero largar. Queria chegar ao top-50. Neste momento, esse é o objetivo principal”, confessou em declarações à Agência Lusa.
“Não tenho qualquer responsabilidade. A única responsabilidade que tenho é dar 100 por cento. Portanto, estou muito tranquilo para esta época, muito confiante. Nestes primeiros três torneios do ano não tive um grande resultado, mas fiz algumas boas exibições. Foi um início de época positivo e agora é arrastar isso para o resto do ano”, recordou o tenista natural da Lourinhã que tem como próximos grandes desafios a Tour pela América do Sul.
“Vou concentrar-me agora nestes próximos torneios da América do Sul, em que tenho alguns pontos a defender. Mas normalmente jogo muito bem neste circuito”, disse o português, que jogará na próxima semana em Buenos Aires e de seguida no Brasil, onde sente muito o carinho do público.
“Gosto muito das condições. São lugares onde faz muito calor e o piso é o que eu gosto: terra batida. Mas é uma terra batida diferente da europeia e eu gosto de jogar lá e, especialmente, no Brasil tenho muito apoio do público. É quase como jogar em casa. E agora na Argentina, cada vez mais, tenho pessoas a puxar por mim. A minha equipa técnica, neste momento, é toda de lá”, confidenciou.