João Sousa defronta top3 em Wimbledon

No mesmo dia em que disputa o apuramento para a final do ATP 250 de ‘s-Hertogenbosch, João Sousa ficou na manhã desta sexta-feira a conhecer o seu primeiro adversário no quadro principal de singulares masculinos do torneio de Wimbledon. A acção arranca este sábado nos bonitos courts do All England Lawn Tennis and Croquet Club.
Número um português, o vimaranense de vinte e cinco anos entrou directamente no quadro principal do Major britânico, onde terá então como primeiro adversário o suíço Stanislas Wawrinka – que se sagrou campeão do Australian Open no início da temporada e venceu, entretanto, o ATP Masters 1000 de Monte Carlo.

Actualmente no terceiro posto do ranking mundial, o suíço defende o estatuto de quinto cabeça de série (Andy Murray beneficiou dos bons resultados obtidos em relva para ocupar o seu lugar) e estará no caminho do melhor tenista português de todos os tempos pela primeira vez na sua carreira.

Esta será a segunda aparição de João Sousa no quadro principal de Wimbledon, torneio que terá poucos dias para preparar em solo britânico dada a excelente campanha em ‘s-Hertogenbosch, onde disputa ainda hoje as meias-finais.

O ADVERSÁRIO QUE LHE FALTAVA?

Em 2014, João Sousa já mediu forças com Rafael Nadal, Novak Djokovic, Roger Federer, Andy Murray e Tomas Berdych, sendo que apenas não mediu forças com David Ferrer porque o espanhol foi forçado a abdicar do torneio preparatório para Wimbledon devido a lesão.

‘Stan’ Wawrinka, campeão do primeiro torneio do Grand Slam da temporada ao surpreender Rafael Nadal na grande final, era, portanto, o oponente que lhe ‘faltava’, completando assim um incrível ciclo de embates com os melhores tenistas da actualidade ainda no primeiro semestre.

Há dias, Frederico Marques confessav-nos que o facto do seu pupilo ser o único do circuito a já ter jogado com quatro dos top5 mundiais (Wawrinka será o quinto) “traz experiência e tranquilidade para os próximos anos”, pois “já não vão haver novidades, nem em termos de pessoas a ver o jogo nem de mediatismo e jogar em Courts Centrais. Tudo começa a ser normal e isso é óptimo porque vai ajudar-nos a encarar os jogos de uma maneira mais tranquila e normal.”

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