Gael Monfils não tem ‘papas’ na língua e que o digam os organizadores do torneio de Estugarda, na Alemanha, que este ano apostou na superfície relvada para se adaptar ao novo calendário do ATP World Tour, agora com mais dias dedicados à relva — superfície que, em tempos, dominou a modalidade.
“Não gosto da relva mas, infelizmente, tenho de jogar nela. Este é o único período do ano em que o ténis é o meu trabalho, normalmente é a minha paixão”, revelou o francês, atualmente com vinte e oito anos e no 16º posto do ranking mundial.
Monfils, que foi finalista do torneio germânico (perdeu em parciais diretos para Rafael Nadal, que este domingo disputa a final com Viktor Troicki) disse ainda que “nunca vou gostar da relva”, uma superfície onde, até à data, nunca discutiu qualquer decisão do circuito profissional — o seu melhor resultado aconteceu em 2005, em Lyon, quando atingiu a final, mas o torneio disputava-se em carpete e não relva natural.