Depois de muita especulação, a confirmação: Petra Kvitova foi diagnosticada com mononucleose depois do torneio de Wimbledon, confirmando assim os rumores de doença que surgiram quando, ainda na fase inicial da temporada, citou a fatiga como a razão que a levara a optar por um período de pausa na altura em que preparava os torneios de Miami e Indian Wells.
Numa coluna exclusiva escrita para a BBC no mês de abril, a jogadora checa confessou que a ideia de fazer uma pausa surgiu em fevereiro e através do seu treinador “num momento em que não estava lesionada mas me sentia muito exausta, não só física mas também mentalmente. Sempre adorei jogar ténis e sempre o fiz com muita paixão mas no início deste ano não a tinha. Estava muito vazia.”
Agora, em declarações publicadas pela conta WTA Insider (uma das contas oficiais do circuito feminino) no Twitter, Petra Kvitova confirmou que lhe foi diagnosticada mononucleose depois do torneio de Wimbledon mas que, ainda assim, lhe tinha sido dito que poderia continuar a competir.
Entretanto recuperada, a atual número quatro mundial (que nas primeiras semanas do ano conquistara o torneio de Sydney) ‘deu-se’ bem na terra batida, onde venceu a prova de Madrid e atingiu ainda os quartos-de-final em Roma e a quarta ronda em Paris, em Roland Garros. Já em Wimbledon, onde tinha o título a defender, ficou-se pela terceira eliminatória, onde foi derrotada por Jelena Jankovic (6-3 5-7 6-4) num dos melhores encontros de todo o torneio.
Sem competir desde então, a checa está a preparar-se para a temporada norte-americana de piso rápida e tudo indica que estará recuperada da doença ao ponto de poder continuar a competir. Para já, não são conhecidos mais detalhes.