O triste caso do Challenger de Columbus

Não é preciso ser um expert na matéria para afirmar com propriedade que para jogar uma partida de ténis bastam duas pessoas, munidas de raquetes e bola, e uma rede balizada entre duas varetas, correcto? Correcto. No entanto, para jogar uma partida de ténis ao mais alto nível (circuito profissional, entenda-se) é necessário um bocadinho mais.

Ora, o torneio norte-americano de Columbus, o benjamim do circuito Challenger (1ª edição), não entrou propriamente com o pé direito no calendário masculino daquele circuito. É que para além da total ausência de apanha-bolas no embate de segunda-feira (dia 21) entre Tim Smyczek e Eric Quigley, um único dedo chegava para contar o número de juízes de linha que marcou presença no principal court da prova.

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