Gastão Elias: “Sabia que se batesse na bola como faço normalmente não ia ter a mínima hipótese”

Fred Gil
Fotografia via BTA Futures Sintra

Alcançados dois triunfos e o apuramento para o quadro principal, Gastão Elias esteve à conversa com o Ténis Portugal onde analisou o encontro e a tática nele usada. O número dois nacional bateu Nicoloz Basilashvili, tendo recorrido à esquerda em slice em quase todas as pancadas para aí direcionadas, por uma questão tática.

“Sinto-me bastante bem, apesar do jogo de hoje ter sido diferente dos outros dois jogos que fiz este ano. Hoje optei só por cortar a esquerda porque das outras vezes não tinha encontrado a maneira certa de jogar com ele e tive sempre muitas dificuldades de adaptar-me ao seu jogo”, começou por dizer o número 81 mundial, que já havia sido derrotado por este mesmo jogador nas duas ocasiões em que se defrontaram.

“Sabia que se batesse na bola como faço normalmente não ia ter a mínima hipótese. Experimentei uma coisa diferente nos primeiros jogos e vi que podia resultar, e foi isso que fiz. Senti que ele ficou sem rumo de jogo e não sabia o que fazer. Talvez tenha exagerado um pouco nos slices mas depois do jogo de hoje já tenho uma melhor ideia de como jogar com ele das próximas vezes”, admitiu.

Quanto ao próximo adversário, o australiano Christopher O’Connel, número 237 mundial, Elias afirmou não o conhecer, considerando no entanto perigoso devido aos dois triunfos alcançados na fase de qualificação.

“Em relação ao adversário de amanhã, não tenho a mínima ideia de quem ele é, mas vem com duas boas vitórias do qualy por isso acredito que seja perigoso”, concluiu o português, que volta a entrar em court já esta madrugada (dia 9) no segundo encontro da 1h da manhã do Court. 1.

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