Millennium Estoril Open é o palco predileto de João Sousa para a despedida

LISBOAJoão Sousa ainda não sabe quando o fará e garantiu já ter estado mais perto dessa decisão, mas não hesitou em apontar o Millennium Estoril Open como o palco de eleição para pendurar as raquetas.

Questionado sobre os seus próprios planos minutos depois de ter terminado com a carreira do amigo Pedro Sousa, no Del Monte Lisboa Belém Open, o melhor tenista português da história admitiu que o fim de carreira “já me passou muitas vezes pela cabeça, mas não na fase em que estou.”

O tenista de Guimarães vive, aos 34 anos, a pior temporada desde que chegou à elite do circuito mundial. Depois de uma pausa de cerca de dois meses por causa de uma lesão nas costas, regressou no Porto Open, onde só parou na final, e desde aí todas as suas declarações têm insistido numa abordagem “semana a semana” que só no final da época dará azo a considerações maiores.

Foi essa mesma ideia que recuperou na conferência de imprensa, ao dizer que no final de 2023 fará “contas para perceber o que me vai na alma, porque o meu corpo já não é o mesmo, mas se a cabeça estiver bem acaba por balancear a minha forma física.”

Cada vez mais certo parece ser, isso sim, que o adeus, seja em 2024, em 2025 ou mais além, será feito no palco onde João Sousa assinou o seu maior feito: o Millennium Estoril Open, onde em 2018 deu uma machadada na pressão de jogar em casa e se tornou no primeiro português a vencer um torneio ATP em Portugal, cinco anos após ter inaugurado a galeria lusa de campeões no circuito principal em Kuala Lumpur, na Malásia.

“Faz todo o sentido e seria a despedida perfeita”, rematou.

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